sábado, 31 de maio de 2014

Flechas de amor

 Flechas de amor


“Felizes os que temem o Senhor, os que andam em seus caminhos.
  
 Teus filhos em torno à tua mesa serão como brotos de oliveira.” (Salmo 127)



A história de uma família é feita de alegrias e tristezas, dores e satisfações vividas sob mesmo teto, pelo casal e seus filhos. Se quisermos construir um lar cheio de amor, felicidade, respeito e carinho devemos chamar um arquiteto especial: Deus.

Nossos filhos são depósitos sagrados. Deus nos emprestou essas criaturas temporariamente para que possamos prepara-los para Ele. Nossas crianças realmente pertencem a Deus. Nossa responsabilidade como pais é muito grande, um dia chegaremos diante de Deus e Ele nos perguntará: "O que você fez com as crianças que lhes confiei?"

Devemos desejar que nossos filhos tenham intimidade com Jesus e não apenas fiquem sabendo a respeito de Deus e da religião. Para que isso aconteça devemos ensiná-los, mostrando a relevância da palavra de Deus em nossas vidas. É de fundamental importância a coerência nos nossos hábitos e na nossa maneira de ver o mundo. Transmitiremos a eles tudo aquilo que realmente está dentro do nosso coração, ensinando-os a fazer aquilo que também fazemos.

Uma árvore se reconhece pelos seus frutos. Uma boa árvore não pode produzir maus frutos. (Mateus 7:16). Filhos saídos de lares verdadeiramente cristãos serão como flechas, alcançando os confins da terra, levando a palavra de Deus com seus testemunhos de vida. Eles serão sal da terra e luz do mundo, serão bons frutos porque estarão enxertados na videira que é Jesus. Serão verdadeiros discípulos e missionários de Cristo e contribuirão na construção de um mundo melhor.

Face de Cristo - resplandecei em nós!

Emília Briand


terça-feira, 27 de maio de 2014

O que é o vazio existencial?

O que é o vazio existencial?

Ele surge em decorrência da falta de objetivos que valham a pena a serem perseguidos durante a existência. O individuo carece de um conteúdo profundo para viver. A busca por um sentido está enterrada por uma vida ilusória. Milhares de pessoas vivem existências superficiais e sem conteúdo, tentam "calar" a falta de sentido de suas vidas através de festas estrondosas, divertimentos infindáveis que no desfecho sempre deixam uma sensação de descontentamento e os faz sair em busca de novas emoções.

O vazio existencial é a necessidade do divino. É cansaço da futilidade que toma conta da vida moderna, do materialismo exacerbado que tornou as pessoas, seres sem alma. Estamos sedentos de contatos verdadeiros consigo mesmo e com os outros, queremos saber o que somos no mais profundo de nós, de nossa vida interior.
A vida ficou sem sentido. Temos saudade da alma. As pessoas ficaram com medo de si mesmas, têm medo da vida interior. Fogem do encontro consigo, de se depararem com a consciência de quem são, de onde vieram e para onde vão.

Precisamos cada vez mais dar um sentido à nossa existência, aos nossos dias aqui na terra. Só encontraremos o sentido de nossa vida quando nos depararmos com a nossa verdade. Precisamos entender que somos muito amados, que somos filhos de Deus, que fomos feitos por Ele e para Ele e que só aquietaremos nosso coração quando repousarmos nosso coração Nele.


“Fizeste-nos para ti e inquieto está nosso coração, enquanto não repousa em ti”
[Santo Agostinho]



Vazio existêncial( pensando e fazendo ainda)

O vazio afetivo, imaginam na insanidade do seu egoísmo, pode ser preenchido com carros, boas mesadas e um celular para casos de emergência. Acuados pela desenvoltura anti-social dos seus filhos, recorrem ao salva-vidas da psicoterapia. E é aí que a coisa pode complicar.
A demissão do exercício da paternidade está na raiz do problema. A omissão da família está se traduzindo no assustador aumento da delinqüência infanto-juvenil e no comprometimento, talvez irreversível, de parcelas significativas da nova geração.


Fala-se de tudo. Menos da crise da família. Mas o nó está aí. Se não tivermos a firmeza de desatá-lo, assistiremos, acovardados e paralisados, a uma espiral de crueldade sem precedentes. É uma questão de tempo. Infelizmente.

A era do mundo do espetáculo, rigorosamente medida pelas oscilações do Ibope, tem na violência um de seus carros-chefes. A transgressão passou a ser a diversão mais rotineira de todas. A valorização do sucesso sem limites éticos, a apresentação de desvios comportamentais num clima de normalidade e a consagração da impunidade têm colaborado para o aparecimento de mauricinhos do crime. Apoiados numa manipulação do conceito de liberdade artística e de expressão, alguns programas de TV crescem à sombra da exploração das paixões humanas. Ao subestimar a influência perniciosa da violência ficcional, levam adolescentes ao delírio em shows de auditório que promovem uma grotesca sucessão de quadros desumanizadores e humilhantes.  A guerra pela conquista de mercados passa por cima de quaisquer balizas éticas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o marketing do entretenimento com conteúdo violento está apontando as baterias na direção do público infantil.


A psicoterapeuta observa que muitos adultos, hoje, são vítimas de um imenso vazio emocional. “E o que eles não sabem é que isso se deve à relação precária que vem desde o útero, passa pela amamentação e continua nas fases seguintes”, diz. 


“Quando se está bem, a pessoa ama o tempo de silêncio e o estar só. E ama também quando este mesmo movimento de interiorização entra no ciclo de sair de si, encontrar o outro de si, dançar junto, amar. É quando ficar sozinho não é o mesmo que ficar solitário”, explica.

Na prática, o vazio emocional é uma depressão que vem de uma situação muito primitiva, um grande vazio interior. 

As diferentes formas de compensação que a mídia e a sociedade oferecem não preenchem a sensação de solidão negra de não pertencer, de não fazer parte, de estarmos isolados. Esse é o caminho da desvitalização e da depressão. Somente quando assumimos que temos de encarar nosso vazio e nossa vida, sermos companheiros firmes, consistentes de nós mesmos encontraremos dentro de nós a força que precisamos para fazer este serviço. 


Aí, sim, reconstruíremos a mãe que não tivemos porque ela não pode, não conseguiu ser. E o pai, a família que nos faltou. Nós temos que assumir esta responsabilidade de nos resgatar, de nos curar. Não adianta ficar culpando os outros, os pais. Isso aconteceu no passado. Agora você é adulto e isso significa parar de culpar o outro e cuidar e curar o bebê ferido que está aí dentro de você, carente e vulnerável. 

Qual o papel da família neste contexto? 

Maria de Melo - A família atual está em crise também. Os pais - ou por trabalharem demais ou por estarem, eles mesmos, pobres emocionalmente - não conseguem mais colocar limites saudáveis para a criança, ou os colocam de forma autoritária, violenta. No mais das vezes, não dão limites porque dá muito trabalho e não dá ibope. Ou seja, a mãe, que em geral, trabalha fora, quer ser “boazinha” e portanto é melhor não dizer não. O pai anda muito ausente, ocupando-se cada vez menos da família. Vão todos trabalhar e quem educa, afinal, são as mídias (televisão, rádio, internet). Os valores morais já não vêm da família e sim da mídia. 

Diário - Quais as possíveis consequências disso? 

Maria de Melo - A criança precisa da relação primeira da vida, com a mãe. Desta experiência ficam as sementes da relação a dois. A intimidade profunda, o contato primordial. Se o pai estiver presente e inteiro nesta fase inicial, gestação, amamentação, ele fica na função de proteger e dar campo para a díade mãe-bebe acontecer, e deixará também sua marca ao criar o campo família. Na fase seguinte, após a amamentação, a figura paterna é essencial para a criança entrar na dimensão da relação a três e demais pessoas. 

Sem a relação íntima na família a criança não preenche sua necessidade profunda de intimidade, de contato. Torna-se uma pessoa superficial, incapaz de relações íntimas verdadeiras e profundas. Afinal, as diferentes mídias não oferecem a possibilidade de troca afetiva verdadeira. 

É uma relação fria, de uma via só - a criança fica passiva, ali, ouve, sente, mas não tem respostas pessoais e únicas, que ela teria numa relação com a família. Não há trocas afetivas verdadeiras. Esta é, na essência, a causa do vazio interior. Uma família bem funcional e estruturada é a base de uma personalidade equilibrada, que permitirá chegar à maturidade afetiva, com a capacidade de amar, com o prazer de amar. 

A sabedoria é o olhar inteligente que vê, entende, ama e transforma. Consciência é consciência de si mesmo, de quem - e do que - você é. De onde vem, para onde vai, da direção que está tomando, das escolhas, opções que está fazendo de fato, algo para além de si. 

Você tem que viver isso, fazer você mesmo a experiência da intuição, da alma, de entrar em lugares dentro de você que nunca imaginou existir, acessar forças inimaginavelmente potentes. As pessoas hoje têm medo de si mesmas. Têm medo da vida interior. 

É o vazio existencial, é a fome do divino, do espiritual. 

Estas pessoas perderam o apetite em meio ao cardápio materialista e consumista que circula por aí. A agitação não mais é confundida com vibração de energia, vida, vitalidade. A vida fica sem sentido. Temos saudade da alma. Saudade de algo que, às vezes, nem se conhece, no nível superficial de nós. Mas lá, no fundo da alma, algo chama, chora, sedento, faminto. Muitas vezes tal angústia existencial é confundida com depressão, com aquelas feridas primitivas, buracos que precisam ser preenchidos. 


Não é depressão. É fome de alma. É cansaço da futilidade total que toma conta da vida chamada moderna. O materialismo exacerbado tornou as pessoas seres sem alma. Estamos sedentos de contato verdadeiro consigo mesmo e com os outros, queremos saber (sentir o sabor) do que somos no mais profundo de nós, de nossa vida interior, da vida da alma. 

O homem é mais do que organismo psicofísico; ele é pessoa espiritual. 


O vazio existencial na vida contemporânea

O vazio existencial caracteriza-se por um estado de tédio e por uma incapacidade de pensar o futuro.  A pessoa não possui mais motivação e ânimo para executar até mesmo tarefas habituais, entregando-se a um profundo abatimento diante da existência.

Esse estado freqüentemente é confundido com as depressões tradicionais, como a endógena, constituída pela deficiência de determinados neurotransmissores do sistema nervoso central, e com as depressões exógenas, provocadas por processos de luto, uma falha pessoal, um fracasso profissional etc. Nem mesmo podemos igualar este estado às depressões orgânicas, resultantes de lesões cerebrais, operações cirúrgicas de tumores, processos degenerativos do cérebro.

O vazio existencial, na conceituação do psiquiatra vienense Viktor Frankl, surge em decorrência de uma falta de metas e objetivos que valham a pena serem perseguidos durante a existência -  ou seja, o indivíduo carece de um conteúdo profundo pelo qual viver. Tal estado de vazio, amplia a angústia resultante de uma tensão entre o que se é e o que se deveria ser, entre o lugar em que se está e a meta que deve ser alcançada.

A busca por um sentido é a motivação primária na vida de qualquer criatura. Sempre que essa vontade de sentido está soterrada por uma vida ilusória, mesmo nas condições de riqueza e bem estar material absolutos, a pessoa passa a sentir uma angústia existencial dentro de si.


Milhares de pessoas, vivendo existências superficiais e sem conteúdo, tentam “calar” a falta de sentido de suas vidas através de festas ruidosas, pelos divertimentos intermináveis, esportes radicais, os quais sempre deixam uma sensação de insatisfação e a necessidade de nova busca de entretenimento e emoções fortes. Noutras vezes, essa vontade de sentido que necessita ser preenchida é compensada pela vontade de poder, através da tentativa de domínio de outras pessoas, ou em uma de suas formas mais primitivas, a ganância de acumular dinheiro.

O vazio existencial pode ser percebido com clareza nos finais de semana, quando o corre-corre do trabalho e das tarefas cessa, e o vazio dentro de homens e mulheres se torna manifesto, denunciando a inexistência de um conteúdo proundo em suas vidas. Sábados e Domingos se tornam insuportáveis, já aque no lugar de metas e aspirações nobres e plenificadoras, existe apenas o imediatismo carregado de ansiedade, a busca tormentosa de se desfrutar prazerosamente o aqui e agoraa qualquer preço. Acaba por predominar em inúmeras criaturas, dessa forma, uma sensação de vácuo interno, como esclarece Joanna de Ângelis, em “Conflitos Existenciais”(2005).





segunda-feira, 19 de maio de 2014

Paternidade e Maternidade

Paternidade e Maternidade

É na família que os filhos encontram seu suporte afetivo e material, necessário para o desenvolvimento pessoal enquanto ser humano. Podemos contribuir quando estamos presentes, quando acompanhamos de perto, principalmente a infância e adolescência e repassamos aos nossos filhos as competências comportamentais que eles necessitam para viver em sociedade. 

Uma boa educação no interior familiar, uma boa comunhão com os pais, garante um suporte forte para enfrentar as adversidades.

No entanto, desde o princípio do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em mudanças na estrutura familiar. Com uma nova visão de mundo e o ingresso no mercado de trabalho a mãe diminuiu o tempo disponível para o convívio com os filhos e a exclusividade na formação dos mesmos.

Essa ausência familiar gera graves consequências na formação, dentre elas, o individualismo, o egocentrismo, as vaidades, a acomodação, às diversões eletrônicas, dentre outras, que fragiliza a estrutura familiar.


Um filho nada mais é do que o reflexo de como ele é visto e encarado pelos seus pais. Se  é visto como um fardo, como uma tarefa a ser cumprida, como um compromisso, assim será a formação dele. 

Ser pais é uma missão que tem início, mas não tem fim.
E como sê-lo? Todos no fundo sabem, mas poucos têm a coragem de por em prática.
Ser presente na vida do filho, conversar com ele, saber o que ele sente, conhecer seus amigos, saber quem ele é na sua ausência, sorrir ou chorar com ele, ou seja assistir, socorrer, amparar durante toda sua vida e não delegar essa missão que lhes foi dada por Deus, é o grande desafio para os pais de hoje.

Face de Cristo – resplandecei em nós!

Emília Briand.


A prática do Rosário em Família

A prática do Rosário em Família


Sabemos bem como a piedade mariana está radicada nos corações dos últimos Sucessores de Pedro.
Em muitas comunidades cristãs, durante o mês de Maio, existe o belo costume de recitar, de modo mais solene , o Santo Rosário  nas famílias e nas paróquias.
 São João Paulo II exortou as famílias cristãs à oração no lar doméstico com a recitação do Rosário. Ele dizia que era preciso rezar em família e pelas famílias usando ainda esta forma de oração.

Paulo VI dizia que a recitação do Rosário em família reproduz o clima espiritual da  casa de Nazaré, porque nele Jesus está no centro, partilham com Ele alegrias e sofrimentos, obtêm-se Dele a esperança e a força para o caminho.

O nosso papa emérito Bento XVI na época do seu pontificado convidou também todos os fieis a rezarem o Rosário, pessoalmente, em comunidade, mas principalmente em família. Disse ainda ele:" O Rosário é uma meditação bíblica que nos faz percorrer os eventos da vida do Senhor em companhia da Virgem Maria, conservando-O, como Ela, no nosso coração". 

Face diversas perturbações graves que a família vem sofrendo nesse mundo secular, um elemento fundamental e insubstituível é o recurso da oração e o testemunho vivo dos pais. Como afirma São João Paulo II  : "só rezando em conjunto com os filhos, o pai e a mãe, enquanto cumprem o próprio sacerdócio real, entram a profundidade do coração dos filhos, deixando marcas que os acontecimentos futuros da vida não conseguirão fazer desaparecer.

Porque não nos empenhamos para que aquele testemunho volte, invadindo a igreja doméstica com a Palavra que todos podem saborear, partilhando-a com os filhos como o pão, numa atitude que evangelize uma sociedade que corre o risco de se tornar insensível e de se afastar de Deus?

Peçamos a Deus que nesse mês de Maio consigamos ter essa prática nas nossas casas, rezando o Rosário em família.

Face de Cristo - resplandecei em nós!

Emília Briand


























quarta-feira, 14 de maio de 2014

Consciência e ação!

Consciência e ação!


Para melhorar o meio ambiente e, consequentemente, a qualidade de vida das pessoas, todos nós, a população, o governo, as instituições públicas e privadas, precisamos conhecer as questões relacionadas ao lixo. É necessário tomar atitudes que diminuam o volume de lixo e favoreçam os tratamentos adequados. A sociedade pode pressionar o governo a criar e fiscalizar medidas voltadas á proteção do meio ambiente e a saúde da população. Mas há também algumas coisas que você mesmo pode fazer no seu dia a dia:

- Não jogue lixo nas praias, nas ruas. Quando for a praia leve o saco plástico para recolher o lixo, depois jogue esse saco num coletor de rua. Além de não ser nada bonito, o lixo jogado na rua pode ser arrastado para os bueiros. Se ficarem entupidos, os bueiros deixam de escoar a água das chuvas e causam enchentes.

Por causa desses "pequenos" detalhes ficamos a mercê de todo tipo de doenças. O lixo carrega consigo organismos causadores de doenças, chegam ao solo ou a água e contaminam verduras, alimentos, a própria água. Devemos ficar conscientes da importância da higiene. Se não receber tratamento e destino adequados o lixo pode poluir e contaminar o solo e os ambientes aquáticos.
E nós cristãos devemos dar o exemplo:

Basta olhar ao nosso redor. Podemos começar cuidando do meio ambiente deixando as lixeiras conservadas e utilizadas em nossos espaços públicos.

Não se pode crescer na espiritualidade, sem crescer na consciência coletiva, amando o próximo, pensando numa vida mais íntegra, de qualidade, com saúde e higiene. Isso é respeito ao próximo, isso é valorizar o que Deus nos deu para cuidar. Nossa casa, nosso meio ambiente, nosso habitat.


Face de Cristo - resplandecei em nós!

Emília Briand


terça-feira, 13 de maio de 2014

Nossa Senhora de Fátima

Nossa Senhora de Fátima

Em Portugal, bem em frente ao santuário foi escrito: "Fátima, altar do mundo."

No dia 13 de maio de 1917, Lúcia e seus primos Francisco e Jacinta, apascentavam um pequeno rebanho de ovelhas na Cova da iria, em Fátima, por volta do meio dia, quando viram uma luz que lhes pareceu um relâmpago e viram uma Senhora, vestida toda de branco, mais brilhante que o sol, que lhes disse:
-Não tenhais medo. Eu não vos faço mal. Sou do Céu. As aparições repetiram-se nos cinco meses seguintes e seriam portadoras de uma mensagem ao mundo.

A vida dessas crianças nunca mais foram as mesmas. Nossa Senhora não apareceu em Fátima apenas para aquelas três puras e humildes crianças, ela apareceu para todos nós. Ela veio para dar uma mensagem para todos nós, todos que tivermos um coração puro e humilde como de uma criança  a receberemos. Todos podemos vê-la, ouvi-la, senti-la e até mesmo conversar com Ela em nossas orações. Ela nos deixou o terço, uma das orações mais querida de Nossa Senhora. Em suas aparições em Fátima, Ela pediu intensamente que o rezassem: "Meus filhos rezem o terço todos os dias."

Peçamos hoje a Deus a perseverança e fé de rezar o terço todos os dias. Peçamos a Deus para reza-lo também em família, com nosso conjuge e filhos. Peçamos a Deus para rezarmos em comunidade e com nossos amigos. Peçamos a Deus para todos nós entregarmos nosso coração ao Imaculado coração de Maria, para que Ela interceda sempre por nós, ajudando-nos a vencer a ameaça do mal que se enraíza tão facilmente nos corações dos homens de hoje  tentando ofuscar a própria verdade de Deus.
Nossa Senhora de Fátima rogai por nós!

Face de Cristo - resplandecei em nós!

Emília Briand


Maria modelo de mulher( final)

Maria modelo de mulher

Maria  é aquela que reúne em si todas as características da feminilidade.Nem todas as mulheres estão cientes da beleza de sua feminilidade.Maria  estava. Ela é a mulher perfeita. Em sua vida encontramos o modelo  que devemos seguir para descobrirs a nossa verdadeira vocação, aquela que Deus quis para nós mulheres.

Em Maria localizamos a verdadeira delicadeza, a renuncia, a doação, o serviço, o amor, a fidelidade , a coragem,a docilidade e a obediência. Ela é modelo de fé e oração. Modelo de Igreja para todos nós cristãos. 

Ela é a Virgem poderosa, aquela que esmaga a cabeça da serpente , como lemos no Gênesis (3,15) e no Apocalipse (12,9).

 É a mãe terna que ampara e protege seus filhos e sempre nos aconselha para que sejamos fiéis a Jesus: “Fazei tudo o que Ele vos disser”. (Jo 2, 5) 

Nossa Senhora precisou ter os olhos fixos em Jesus para ser fiel na missão dada a Ela.

Peçamos a Deus hoje  que nós mulheres possamos alcançar a graça de vivermos  plenamente a nossa feminilidade, o nosso papel de mulher e mãe na sociedade atual.Peçamos a Deus hoje para sermos mulheres orantes e de muita fé e para termos os olhos sempre fixos em Jesus, imitando o exemplo de Maria.

Face de Cristo- resplandecei em nós!

Emília Briand

Modelo de mulher ( para ajeitar)

Modelo de Mulher

Maria exalta a mulher pelo dinamismo, audácia, a responsabilidade assumida, a solidariedade à dor e às alegrias humanas, o acolhimento da crianças, a vida de família, a missão na Igreja e no mundo.

Maria  é aquela que reúne em si todas as características da feminilidade.Nem todas as mulheres estão cientes da beleza de sua feminilidade. Ser mulher é uma vocação.Desenvolver e aumentar as características femininas significa viver alegremente as atitudes da delicadeza, da disponibilidade, da renúncia, dos relacionamentos e doar-se como uma dádiva para os outros.Em  Maria encontramos o ápice de todas as características: o ápice da renuncia, o ápice da delicadeza, o ápice do amor nos relacionamentos, o ápice da doação aos outros. Maria é a mulher perfeita.Em sua vida encontramos o ápice da, o clímax da feminilidade.

Maria , mulher fiel e corajosa.

Ela é a Virgem poderosa, aquela que esmaga a cabeça da serpente infernal, como lemos na Gênesis (3,15) e no Apocalipse (12,9).

Para todos nós, ela é modelo de fé e de oração, de contemplação do mistério divino. É a mulher obediente à Palavra de Deus.É modelo de amor e doação, que se põe a caminho para servir a prima Isabel, que está a serviço e preocu- pada com os noivos nas Bodas de Caná. É a mãe terna que ampara e protege seus filhos e sempre nos aconselha para que sejamos fiéis a Jesus: “Fazei tudo o que Ele vos disser”. (Jo 2, 5) 

 Mulher forte aos pés da cruz e ao receber em seus braços o corpo exangue de seu Filho querido.
Ela é a cristã autêntica, comprometida com o Reino de Deus, sempre dócil e obediente à vontade do Senhor. Modelo de Igre- ja, modelo para todos os cristãos. 

Nossa Senhora precisou ter os olhos fixos em Deus para ser fiel à missão dada a Ela

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Presentes de Deus

Presentes de Deus

Cada dia que passa , aumenta meu amor pela Igreja, por Maria, por São José, por todos os santos, como : Santa Teresinha do Menino Jesus, São Francisco de Assis, Santa Teresa D'Avila, São Padre Pio, Santa Catarina de Sena,Santo Agostinho, São João Bosco, Santo Afonso de Ligório e tantos outros Santos Magníficos que gostaria de citar seus nomes, mas não caberiam nessa  folha, pois são tantos. Histórias fabulosas de pessoas que foram realmente tocadas pelo Senhor e se transformaram em grandes homens e mulheres, cheios da presença de Deus em suas vidas terrena.Não poderia deixar de mencionar os nosso queridos papas,São João VIII, São João Paulo II.
São tantas coisas maravilhosas e divinas que aprendi  com todos esses presentes que Deus colocou em nossas vidas para desvendar o mistério do Amor de DEUS!
Como Deus nos manda sinais! Como Ele nos convida! Nos agracia com tantas coisas lindas e maravilhosas! Já ao abrir os olhos a cada dia podemos sentir essa imensa presença que nos sonda e nos convida a sermos santos.
Obrigada Senhor por nos chamar para trabalhar na sua vinha! Daí-nos a Graça de ser fiel como esses santos homens e mulheres um dia foram e nunca nos esquecer de tudo que Tens feito por nós e por toda a humanidade!

Face de Cristo - resplandecei em nós!

Emília Briand

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Igreja que sofre

Igreja que sofre

Todos soubemos pelos meios de comunicação a notícia que o Papa Francisco havia declarado ter chorado ao saber da crucifixão de cristãos em um país não-católico.
Vivemos numa sociedade em que suportamos pequenos sofrimentos por sermos católicos, por darmos testemunho da nossa fé. Sentimos por vezes uma sensação de insatisfação, de angústia por vivermos em tempos como estes.
O que significam estes pequenos sofrimentos quando irmãos de fé sofrem torturas bárbaras como a crucifixão no século XXI simplesmente por serem cristãos?
Mártires continuam a entregar sua vida por fidelidade a Cristo!
Que Nosso Senhor nos ensine com o exemplo destes mártires modernos, a sermos fiéis no pouco que nos é pedido.

Face de Cristo, resplandecei em nós!

Emília Briand



Maria nossa mãe do céu

Maria nossa mãe do céu
  
Ao iniciar o mês de maio a primeira lembrança que vem a nossa mente, não pode deixar de ser: " Maio mês de Maria, a nossa mãe do céu." Quem  não ouviu  de nossas mães essas palavras.

Nossas mães nos ensinavam a orar e a conhecer que também tínhamos outra mãe, além da nossa mãe na terra. Essa Mãe mora no céu, é mãe de Nosso Senhor e intercede sempre por nós.

Tão terna e doce nossa Mãe do céu, vele sempre por nós e por nossas famílias.

“Maria santa e fiel, ensina-nos a viver como escolhidos.
Olhos voltados para o céu e por Ele construir a nova vida.”

Face de Cristo, resplandecei em nós!

Emília Briand


Maio mês das mães

Maio mês das mães

Como reflexo de ser o mês de Maria, comemoramos neste mês o dia das mães no segundo domingo de maio.
Mãe é um ser tão especial que como cita um conhecido pensamento até Deus quis ter uma...
Muitas vezes para entendermos melhor o amor de Deus na sua ternura e na sua misericórdia, pensamos no amor de mãe. Recordemos do profeta Isaías que ao falar da imensidão do amor de Deus por nós, lembra o amor de uma mãe: * " Pode uma mulher esquecer-se daquele que amamenta? Não ter ternura pelo fruto de suas entranhas? E mesmo que ela o esquecesse, eu não te esqueceria nunca."
A todas as nossas mães rendemos nossos parabéns, nossas homenagens e pedimos a intercessão junto a Deus por todas elas por intermédio da Mãe de Deus e nossa mãe!

* Is 49,15


Face de Cristo, resplandecei em nós!


Emília Briand