Paternidade e
Maternidade
É na família que
os filhos encontram seu suporte afetivo e material, necessário para o
desenvolvimento pessoal enquanto ser humano. Podemos contribuir quando estamos
presentes, quando acompanhamos de perto, principalmente a infância e
adolescência e repassamos aos nossos filhos as competências comportamentais que
eles necessitam para viver em sociedade.
Uma boa educação
no interior familiar, uma boa comunhão com os pais, garante um suporte forte
para enfrentar as adversidades.
No entanto,
desde o princípio do processo de industrialização, a sociedade passa por
transformações que resultam em mudanças na estrutura familiar. Com uma nova
visão de mundo e o ingresso no mercado de trabalho a mãe diminuiu o tempo
disponível para o convívio com os filhos e a exclusividade na formação dos
mesmos.
Essa ausência familiar gera graves consequências na formação, dentre elas, o individualismo, o egocentrismo, as vaidades, a acomodação, às diversões eletrônicas, dentre outras, que fragiliza a estrutura familiar.
Um filho nada
mais é do que o reflexo de como ele é visto e encarado pelos seus pais. Se é visto como um fardo, como uma tarefa a ser
cumprida, como um compromisso, assim será a formação dele.
Ser pais é uma missão que tem início, mas não tem fim.
E como sê-lo? Todos no fundo sabem, mas poucos têm a coragem de
por em prática.
Ser presente na vida do filho, conversar com ele, saber o que
ele sente, conhecer seus amigos, saber quem ele é na sua ausência, sorrir ou
chorar com ele, ou seja assistir, socorrer, amparar durante toda sua vida e não
delegar essa missão que lhes foi dada por Deus, é o grande desafio para os pais
de hoje.
Face de Cristo – resplandecei em nós!
Emília Briand.
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